A assistência não muda
Comunicação a partir de 1 hora, alimentação a partir de 2, hospedagem e traslado a partir de 4 — e, passadas 4 horas, o direito de optar por reembolso integral ou reacomodação. Vale igual, seja o voo doméstico ou internacional.
Em aeroporto estrangeiro a assistência costuma ser mais difícil de obter. Registre o que foi e o que não foi oferecido: foto do balcão, protocolo, notas do que você pagou.
O prazo cai para dois anos
Pela Convenção de Montreal, o prazo para reclamar é de dois anos contados da chegada prevista, contra cinco do voo doméstico. É o erro mais comum nesse tipo de caso: a pessoa acredita ter cinco anos e perde o direito.
Quando o atraso vira indenização
Pesam o tempo perdido, a ausência de assistência, o compromisso desfeito e o desgaste de ficar preso longe de casa, em país estrangeiro, às vezes sem falar o idioma. Esse último ponto costuma ser considerado.
Os gastos comprovados — hotel, transporte, refeições, nova passagem, diária de hospedagem perdida no destino — entram como dano material. Veja como comprovar atraso.
Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação de um advogado. Cada caso depende das provas e das circunstâncias concretas, e a análise é feita pelo advogado parceiro responsável.
